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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Volantes - o rock dançante de Porto Alegre

Independentes, cinco amigos se reuniram para fazer o que mais gostam: música! Sem muitos recursos, eles apostaram todas as fichas na Internet, uma receita que vem dando ótimos resultados. É assim que iniciou a história da banda Volantes, que mesmo sem nunca ter lançado um material oficial, ganhou espaço no cenário musical. O quinteto de Porto Alegre ganhou destaque nesse ano ao lado de alguns dos grandes da música internacional ao se apresentar no Festival Maquinaria, evento que levou ao Playcenter de São Paulo nomes como Faith No More, Jane’s Addiction e Deftones. A participação da banda foi selada após superar centenas de concorrentes numa batalha com votação popular, o que rendeu ao MySpace do grupo milhares de acessos. Formada por Arthur Teixeira (voz, guitarra e dedicatórias), João Augusto (guitarra, voz, sintetizador e tambor), Rodrigo Mello (bateria), Otavio Mastroberti (kaossilator, sintetizador, programações e kaos pad) e Bernard Simon (baixo), a Volantes é mais uma das bandas que conquistam seu espaço com a ajuda da evolução digital.Tudo começou em outubro de 2009, quando a banda disponibilizou suas primeiras faixas no MySpace. Em uma semana, cerca de 15 mil visitas no site, gravadoras fazendo contato, solicitações de shows, entrevista para a MTV Brasil e a confirmação da banda no line up do mega festival Maquinária, ao lado de artistas como Evanescence, Panic At The Disco e Jane’s Adiction.O EP de estréia, Sobre Gostar e Esperar (hoje lançado completo e exclusivo na TramaVirtual), traz sete faixas repletas de referências de origem majoritariamente inglesa, que se destacaram no fim dos anos 80, começo dos 90, como Stone Roses, Pulp e Echo and The Bunnymen. Além disso, a banda tem uma veia dançante, como em “Um Pouco Disso”, onde confirmam a vocação para as pistas e para o alcance dos corações sensíveis ao pop. Com esse trabalho, eles já colecionam elogios de músicos (Frank Jorge) e produtores (Rafael Ramos) conhecidos na indústria fonográfica. Nas letras, os Volantes trazem os prós e contras de se aventurar no amor. “Nós respiramos o post-punk e indie-dance da virada dos anos 80 para os 90, Wilco e Kraftwerk têm absolutamente tudo a ver”, afirma o vocalista, Arthur Teixeira.No show, eles trazem uma quantidade acima da média de equipamentos no palco. Além da habitual bateria, baixo e guitarras que compõe a formação clássica das bandas de rock, eles carregam para as apresentações uma parafernália que inclui kaosspad, laptop, mixer, processador em rack, três sintetizadores, kaossilator, um tambor, além dos quatorze pedais de efeitos para baixo, guitarras e synths. Sem contar a parte de cenário, que timidamente vai tentando achar espaço no palco. Toda uma produção que resulta numa estética e sonoridade não tão comum. Guitarras alternando batidas dançantes com ruídos eletrônicos. Ambiências espaciais fazendo cama para programações e assovios ritmados com um tambor tribal caótico. Por trás disso tudo, sempre uma canção, diz Texeira. “Fazemos músicas escritas para serem cantadas, compreendidas e fazer sentido para mais de dez pessoas. Afinal é por isso que vivemos e morremos pela música pop”, ele afirma. Volantes também neste vídeo de stúdio. Muito afú...

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